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terça-feira, 25 de março de 2014

Duas histórias...

Uma história “um aluno a quem foi pedido que fizesse um trabalho sobre tsunamis, entregou à professora de Geografia um texto sobre a marca de computadores Tsunami. O aluno limitou-se a escrever “tsunami”, clicou e copiou uma das primeiras referências indexadas na primeira página do Google.”

Num trabalho de investigação (Almeida, 2010) pode ler-se “Alguns [professores] propõem mapas com rotas predeterminadas, em que selecionam até onde os alunos podem e devem chegar, o que podem ler e em que ordem.Outros selecionam endereços, fazendo um site em rede local, não publicado, onde os alunos surfam, muitas vezes pensando que estão na Internet. Outros, ainda, extraem, eles mesmos, recortes de informações e oferecem aos alunos, que, por sua vez, fazem a montagem do material e consideram o resultado como um trabalho de pesquisa na Internet.”

Estes excertos refletem duas abordagens muito díspares ao trabalho de pesquisa na Internet. Comente uma ou as duas situações em termos do que vê como as suas virtudes e defeitos, do que deve ser o papel do professor e do aluno num trabalho desta natureza, do equilíbrio entre o controle e orientação que o professor deve dar a todo o processo.

Os estudos a seguir indicados têm algumas considerações a este respeito, caso queira aprofundar o assunto: “A Internet como instrumento de pesquisa na escola” e “A formação do aluno-pesquisador no ensino médio: o papel do professor frente ao uso da Internet nas pesquisas“.

Como manter a atenção?

A grande maioria dos serviços de blogue, assim como a maioria dos outros serviços Web 2.0, não foram criados com propósitos educativos.
O professor tem por isso menos controlo sobre o espaço dos alunos e sobre o que eles fazem durante a aula (facilmente podem desviar a atenção para a consulta de outros blogues off topic a partir do seu, usar serviços de MSN para falar com amigos, navegar para outros sites, etc…).
Como encara estas possibilidades e realidade na sala de aula “online”?
Será motivo para restringir a navegação na Internet ou a utilização do blogue em aula?
Como conseguir a atenção dos alunos?